Défice em níveis «históricos». E agora? Acordem já…

28 03 2008
Nunca se terá falado tanto de défice em Portugal como nos últimos anos, depois de José Sócrates ter abraçado o controlo das finanças públicas como uma missão quase pessoal.

Este tratamento intensivo de fitness orçamental valeu ao primeiro-ministro um rol de acusações e críticas, desde sacrificar todos os meios para cumprir este fim aos atropelos sociais motivados por alguns cortes e reajustamentos considerados cegos. A descida deste valor para 2,6 por cento do PIB, em 2007 – a melhor prestação das contas do Estado Português dos últimos 30 anos -, não pode deixar de ser louvada. Cumpriu-se um desígnio governativo.

No Orçamento do Estado de 2007 a meta era chegar aos 3,7 por cento. O objectivo foi ultrapassado com distinção. É assinalável o crescimento da receita. Mas cabe aqui também uma reserva: a despesa também aumentou, depois de tanto ter sido pedido aos contribuintes e de tantos pés terem ficado de fora de uma manta que encolheu, na execução de um conjunto de reformas no sector público, em nome da optimização dos recursos – desde a saúde à educação.

O défice desceu a níveis «históricos», como disse esta quarta-feira o ministro Teixeira dos Santos. Mas falta agora ao primeiro-ministro provar que afinal este não era apenas um fim, como lhe aponta a oposição, mas uma etapa de montanha que era necessário superar para continuar em prova e permitir aos portugueses respirarem de novo.

A descida do tecto máximo do IVA de 21 para 20 por cento poderá ter sido um sinal. Mas falta saber se não ficará esbatido entre os sacrifícios dos últimos anos, que, além de poder de compra, retiraram aos portugueses alguma auto-estima: o ingrediente essencial para que o Governo consiga levar a cabo as reformas que ainda estão por cumprir.

O país e os portugueses andam a “apertar o cinto” de uma tal meneira que qualquer dia nem respiram!!!! E esses político, governantes, cambada de alarves, ainda se riem da/na nossa cara e recebem os louros do nosso esforço. Agora, para a maioria dos portugueses é uma boa notícia, mas na minha modesta opinião esta felicidade vai durar pouco, porque daqui a uns tempos tudo volta a ser como antigamente. Para isso basta surgir por estas bandas mais uns torneios de futebol (tipo Euro 2004, altura em que se gastaram fortunas a construír estádios e a encher os bolsos de muitos gajos que não passam de uns meros sanguessugas)  para que os castelinhos de areia que o governo e os portugueses construíram, caiam.

A mim, este governo não me engana. E vocês, povo português, abram-me esses olhos. Isto é puro marketing do governo para ver se consegue mais uns votos em 2009!





Sra. ministra da (DES)educação, preocupe-se

28 03 2008
O Procurador-geral da República revelou que o Ministério Público está a investigar «algumas dezenas» de casos de violência nas escolas. Declarações que surgem dias depois de Pinto Monteiro também ter alertado que em algumas escolas «formam-se pequenos gangs que depois transitam para gangs de bairro, armados e perigosos».

O PGR não tem dúvidas: «A violência nas escolas existe e tem contornos preocupantes».

O Secretário de Estado da Educação reagiu e contrariou esta preocupação, dizendo que a violência das escolas vem de fora dos estabelecimentos de ensino e que «os incidentes de violência e indisciplina ocorrem apenas em 7% das escolas».

Com base nesta pequena percentagem, este governante diz não perceber o mediatismo dado pela imprensa a certos casos. Na mesma linha de pensamento, a ministra fala em «oportunismo político» e insurge-se contra a oposição. Mas será que ninguém ouve os professores quando estes dizem que casos como o que aconteceu na Escola Secundária Carolina Michaelis são «frequentes», habituais e quase sempre calados por medo, por silêncios impostos pela inoperância dos conselhos que se dizem executivos das escolas?

Referindo-se a uma outra situação de violência amplamente divulgada no final de 2007, a ministra da Educação garantia que «a escola portuguesa é um espaço seguro» e que não existem razões para «preocupação excessiva» sobre a violência e indisciplina por parte de alguns alunos.

Questionada sobre se há escolas que estão entregues a alunos mais violentos, como já na altura o Procurador Geral da República denunciava, a ministra foi clara: «De maneira nenhuma. Isso é uma caricatura».

Mais do que ver a ministra a defender os professores e/ou outros funcionários das escolas [isso poderia significar um recuo e este Governo não é de recuos], queria ver a ministra a preocupar-se com a violência nas escolas. Porque ela existe. Como dizem os especialistas, o primeiro passo para a cura é admitir que existe um problema.

Das duas uma: ou a ministra da educação não conhece as escolas portuguesas ou finge não conhecer! Porque “há escolas que estão entregues a alunos mais violentos ” estacitaçãoi é verdadeira!





Sócrates recebe 50 mil postais

28 03 2008

Vários milhares de jovens trabalhadores foram esta sexta-feira a São Bento entregar ao primeiro-ministro 50 mil postais contra o desemprego e a precariedade e lembrar que 35,5 por cento dos jovens até aos 34 anos estão em situação de precariedade laboral.

A entrega dos postais e de um levantamento de situações de precariedade culminou uma manifestação nacional que a Interjovem promoveu em Lisboa para assinalar o Dia Nacional da Juventude.

Os postais funcionam como um abaixo-assinado, pois têm uma mensagem alusiva ao desemprego e precariedade dos jovens e neles os signatários apelam ao Governo para que tome medidas no sentido de resolver a situação.

Documento entregue a Sócrates

Os postais foram recolhidos durante a Estafeta Nacional Contra a Precariedade, que percorreu durante dois meses todo o país e terminou na abertura do 11ºcongresso da CGTP, a 15 de Fevereiro. Durante esta estafeta foi feito um levantamento aprofundado das situações de precariedade em todos os distritos do país, que foi entregue no gabinete de José Sócrates.

De acordo com o documento, distribuído aos jornalistas, em Portugal existem oficialmente 895 mil trabalhadores por conta de outrem que têm um vínculo de trabalho não permanente.

«Esta dura realidade é ainda acrescida de um número indeterminado de trabalhadores clandestinos (trabalho não declarado) e dos falsos recibos verdes, que em regra não são captados pelas estatísticas oficiais relativas ao emprego», diz o documento.

Mais de um milhão em situação precária

A Interjovem acredita que mais de um milhão de trabalhadores estão em situação de precariedade laboral.

«Os jovens estão particularmente expostos aos empregos precários, pois 35,5 por cento dos jovens até aos 34 anos está em situação de precariedade laboral», é afirmado no levantamento que refere que a maioria dos jovens ocupa empregos com baixas qualificações, baixos salários e horários de trabalho desregulados, apesar dos níveis médios de habilitações serem elevados.

No documento são dados exemplos concretos de empresas e sectores de actividade com trabalhadores em situação precária, por distrito.

Destaco esta imagem, porque como diz o ditado “uma imagem vale mais do que mil palavras”





Lisboa recebe festival de flamenco

28 03 2008

A Aula Magna, em Lisboa acolhe, desde 25 de Março e até 19 de Maio, o Flamenco 2008 – Festival de Lisboa, dedicado ao estilo musical que é uma referência incontornável de Espanha.

«Haverá muita música, mas também outras actividades, como exposições, filmes e workshops. Vamos trazer a Lisboa Pepe Habichuela, Miguel Poveda, que cantou com Mariza o filme ‘Fados’, e Fuensanta ‘La Moneta’, a nova revelação do baile cigano».

Francisco Carvajal revelou ainda que o festival «veio para ficar». «Queremos fazer uma edição por ano», disse.

O primeiro concerto é já este sábado. Às 21h30 sobe ao palco da Aula Magna Pepe Habichuela, um clássico da guitarra flamenca, com Josemi Carmona e sexteto.

Confira a programação completa do Festival:

Espectáculos

Pepe Habichuela | 29 de Março às 21h30
Miguel Poveda | 19 de Abril às 21h30
Fuensanta «La Moneta» | 17 de Maio às 21h30

Filmes

Herencia Flamenca de los Ketama | 28 de Março às 20h30
Flamenco de Carlos Saura | 18 de Abril às 20h30
Tributo a Carmen Amaya | 16 de Maio às 20h30

Arte Flamenco

Exposição de Fotografia Flamenca de Mario Pacheco
«Flamencos» | 25 de Março a 19 de Maio

Palestras

Mario Pacheco, «Os Novos Flamencos» | 28 Março às 19h
José Manuel Gamboa | «Guitarra Flamenca» | 28 de Março às 19h30
Faustino Nuñes | «Compreender o Flamenco» | 18 de Abril às 18h30
Ricardo Pachon | «Fronteiras do Flamenco» | 16 de Maio às 19h

Flamenco Lounge – Workshop Flamenco

Guitarra | José Manuel Gamboa | 28 de Março às 18h
«Guitarra Flamenca» Canto | Fautisno Nuñez | 18 de Abril às 17h e 19 de Abril às 11h
«Compreender el Flamenco» Dança | Raquel Oliveira | 18h
«Intruduccion Al Baile Flamenco»

Para mais informações consulte:

http://flamenco2008lisboa.blogs.iol.pt/

Para inscrições nos workshops, enviar e-mail para: abs.flamenco@gmail.com





Vídeo contra o Islão gera onda de revolta

28 03 2008

Depois de Theo Van Gogh, surge Geert Wilders a chocar com um vídeo que critica a doutrina do Islão. O holandês conseguiu publicar na Internet «Fitna», a tão esperada curta-metragem de 16 minutos que vinha sendo evitada por todos os meios legais.

Agora, que toda a gente a pode ver, chovem críticas por parte dos principais visados. Para o deputado de extrema-direita, trata-se de uma obra «decente e dentro das fronteiras da lei», apesar de nem todos concordarem com a sua posição.

«A minha mensagem é clara: a ampliação do islamismo vai contra a nossa liberdade e tudo aquilo que nós, numa democracia como a Holanda, defendemos», referiu, em declarações à Radio Nederland, pouco depois do lançamento de «Fitna». Pouco depois da publicação, já o Governo holandês reunia de emergência para precaver eventuais reacções terroristas.

O primeiro-ministro, Jan-Peter Balkenende, lamentou a publicação: «Não vemos outro objectivo no filme que não seja o de ferir sentimentos. Conforta-nos saber que muitas organizações muçulmanas na Holanda têm a mesma opinião».

A União Europeia também reagiu com dureza. «Acreditamos que obras de baixo nível como este filme só têm a função de fomentar o ódio», referiu a presidência eslovena, acrescentando que os países-membros da UE apoiam o princípio de liberdade de opinião, o que deve acontecer dentro de um «espírito de respeito pelas convicções religiosas».

Reacções mais duras

As reacções mais duras surgiram da Indonésia e do Irão. A maior nação muçulmana do mundo denunciou a «visão racista» e o «insulto ao Islão» feito «a coberto da liberdade de expressão», mas pede à população para não responder com violência à ofensa.

O Irão, por seu lado, criticou o que diz ser «um filme odioso, blasfemo e anti-islâmico» e exigiu que os países europeus bloqueiem o acesso aos sites em que o vídeo se encontra alojado. O Paquistão quer que Wilders seja formalmente acusado de difamação. Na Jordânia, vários meios de comunicação anunciaram que vão lançar uma campanha de boicote aos produtos holandeses.

Vídeo polémico

«Fitna» começa com a imagem do alcorão e da polémica caricatura dinamarquesa do profeta Maomé, com uma bomba no turbante. Surgem,depois, imagens dos atentados às Torres Gémeas, ao metro de Londres e aos comboios de Madrid. Mostra também cenas da preparação de execuções por muçulmanos radicais. Geert Wilders também aparece no filme, ao lado da manchete «Jihad contra Wilders», escrita em letras grandes.

Pode ver o filme aqui, na sua versão em original, em neerlandês:





Chávez: Vamos ver se o Rei me manda calar

28 03 2008

Quem não se lembra da frase do Rei Juan Carlos de Espanha para Hugo Chávez: «Por que não te callas?» Pois bem, o presidente venezuelano já começa a falar sobre uma próxima Cimeira Ibero-Americana, abordando a possibilidade de um desentendimento com o monarca.

«Ninguém me mandará calar outra vez», assegurou, durante um encontro em Belém, no Brasil, onde explicou novamente o que realmente aconteceu no Chile. «Quando vier uma nova Cimeira vamos ver se o Rei me manda calar outra vez. Não me vou calar, porque a voz não é minha, mas dos povos deste continente».

«As nossas vozes despertaram e não haverá nada, nem ninguém, a voltar a calá-las», afirmou, acrescentando que «não haverá força neste mundo que faça calar a voz dos povos».

Lembram-se disto?





Rolling Stones recebem perdão após 44 anos

28 03 2008

Quarenta e quatro anos após terem sido banidos de Blackpool, os Rolling Stones vão poder voltar a actuar na cidade do noroeste de Inglaterra.

A banda de Mick Jagger e companhia tinha sido proibida de voltar a Blackpool depois de um concerto, em 1964, que acabou em pancadaria e com elevados danos materiais na sala de espectáculos Empress Ballroom.

Segundo reza a história, tudo começou quando um dos sete mil espectadores esbofeteou o então guitarrista Brian Jones.

No entanto, e depois de uma reunião esta quinta-feira, o conselho da cidade de Blackpool decidiu levantar a proibição e «perdoar» os Rolling Stones.

«Se eles nos perdoarem, nós perdoamos-los», disse à Reuters o líder do conselho, Peter Callow.

«A proibição está oficialmente suspensa e eu adoraria vê-los tocar em Blackpool. Nada me deixaria mais satisfeito».





Malásia condena Pussycat Dolls

28 03 2008

As Pussycat Dolls foram multadas, na Malásia, por exposição excessiva do seu corpo.

Durante o concerto do grupo em Kuala Lumpur, em Julho passado, Carmit Bachar, que deixou entretanto o grupo, terá mostrado um seio. Por seu turno, Ashley Roberts foi acusada de ter revelado as suas partes íntimas através dos seus curtos calções.

Por causa deste comportamento, considerado «sexualmente sugestivo», a promotora do evento, a «Absolute Entertainment», foi multada no valor de 3.400 dólares.

Na Malásia, país profundamente muçulmano, as intérpretes femininas são obrigadas a actuar cobertas dos ombros até aos joelhos. Devido as estas regras restritas, Gwen Stefani e Beyoncé tiveram que reformular os seus espectáculos antes de actuarem no país.





Vício da Internet pode ser doença mental

28 03 2008
Especialistas internacionais estão a ponderar classificar o vício da Internet como uma doença mental e inseri-lo num novo manual de problemas mentais.

Jerald Block, especialista americano, escreveu um artigo no Americal Journal of Psychiatry segundo o qual o uso excessivo de videojogos, a preocupação exagerada com o sexo, as mensagens escritas e os mails em demasia podem ser características da nova doença.

Os sintomas passam por sentimentos de abstinência quando o doente não pode ter acesso, por exemplo, a um computador. Outro sintoma pode também ser uma necessidade crescente por equipamento melhor e mais tempo para o utilizar.

Os comportamentos negativos podem indiciar mais do que má disposição e ser considerados repercussões negativas do vício, tais como discussões, mentiras, isolamento social e cansaço, afirmou Block. «Infelizmente, o vício da Internet é resistente ao tratamento, envolve riscos significantes e tem uma elevada taxa de recaídas», escreveu o especialista.

O artigo referia ainda um inquérito realizado na Coreia do Sul e na China. «Segundo dados de 2006, o Governo Sul Coreano estima que aproximadamente 210 mil crianças sul coreanas estão afectadas e precisam de tratamento. Entre 20 a 24 por cento talvez precisem de ser hospitalizadas», escreveu Block. As escolas sul coreanas estão agora a introduzir medidas preventivas.





Joss Stone, a lésbica…

28 03 2008

… mas só no grande ecrã. Cantora vai beijar outra mulher no filme «Snapper»

 

Sobre o filme, a cantora afirmou: «No filme existem situações que ultrapassam vários limites, o que me deixa muito feliz».





Alerta: notas falsas de 200 euros no Norte

28 03 2008

A Polícia Judiciária alertou esta sexta-feira para a possibilidade de ainda circularem no Norte de Portugal notas contrafeitas de 200 euros e falsos bilhetes do Tesouro dos Estados Unidos, apesar da recente apreensão de milhares daqueles títulos.

A PJ diz existir a fundada suspeita de que ainda circulam, na zona Norte do País, moeda e títulos similares aos descritos. Recomenda, por isso, aos cidadãos que não adiram a este tipo de propostas e que comuniquem às autoridades «qualquer tipo de abordagem de que sejam alvo para estas transacções».

A Polícia Judiciária apreendeu recentemente notas falsas de 200 euros, no valor global de 1,06 milhões de euros, e 196 falsos títulos do tesouro dos Estados Unidos, no valor total de 196 milhões de dólares (uns 124 milhões de euros).

As notas de 200 euros apreendidas «são contrafacções de elevada qualidade, com a particularidade de conterem em local bem visível a inscrição specimen otx», recorda o comunicado policial.

O valor total da apreensão destas notas ascende 1.058.600 euros.





Excelente empresa de publicidade

28 03 2008

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Apagar as luzes pelo ambiente

28 03 2008

Mais de 370 cidades de 35 países vão desligar as luzes durante uma hora este sábado, no âmbito da iniciativa «Earth Hour» (Hora da Terra), que visa alertar para as mudanças climáticas.

Na lista de participantes na iniciativa «Earth Hour», lançada pelo Fundo Mundial para a Natureza (WWF) australiano, constam, entre outras, cidades de países como Espanha, Reino Unido, Argentina, Bolívia, Brasil, México, Uruguai, Venezuela, Canadá, Dinamarca, ilhas Fiji, Estados Unidos e Tailândia.

Nenhuma cidade portuguesa aderiu à iniciativa, segundo a lista divulgada no «site» da organização na Internet (www.earthhour.org).

O evento, que se realizou o ano passado apenas na Austrália, visa alertar e consciencializar as pessoas para as mudanças climáticas.

A iniciativa, que consiste em apagar este sábado, às 20h00 (hora local em cada cidade), as luzes e electrodomésticos durante uma hora, tornou-se num acontecimento mundial maior do que a organização esperava.

São quase 400 cidades e povoações, 18.876 empresas e 257.165 cidadãos os que aderiram ao evento através da página na Internet.

Na lista de adesões à iniciativa, constam sete empresas portuguesas.

Sydney será a primeira de mais de 370 cidades australianas e localidades de todo o mundo a desligar as luzes.

Na sua página na Internet, a organização salienta que se os cidadãos em todo o mundo adoptarem diariamente o hábito simples de desligar electrodomésticos quando não estão a ser utilizados ou usarem lâmpadas de baixo consumo estão a contribuir para o objectivo de «reduzir as emissões anuais em cinco por cento».

Até algo tão simples como desligar a luz quando não está num quarto e mudar para fontes mais limpas de electricidade como a energia verde fazem uma grande diferença.





Novo filme de «Ficheiros Secretos» chega no Verão

28 03 2008

Já existe data marcada para a estreia do novo filme de «Ficheiros Secretos». Dez anos após a primeira aventura dos agentes Fox Mulder e Dana Scully no grande ecrã, a sequela chega às salas de cinema norte-americanas a 25 de Julho.

O criador da série televisiva de culto, Chris Carter, é o realizador do novo filme, que voltará a contar com as participações de David Duchovny (Mulder) e Gillian Anderson (Scully).

O criador da série que fez sensação de 1993 a 2002 escreveu o argumento do novo filme juntamente com Frank Spotnitz, um dos guionistas de «Ficheiros Secretos» durante oito anos.

Spotnitz adiantou que a sequela deixará de lado toda a mitologia alienígena que dominou grande parte dos episódios na TV. No entanto, e como a acção se desenrola seis anos depois do fim da narrativa da série, deverá ser revelado, por exemplo, se o filho de Scully é humano, ou não.

Aqui fica o trailer do segundo filme de «Ficheiros Secretos», exibido durante a 25ª edição do festival de televisão William S. Paley:





Os melhores momentos musicais no Cinema

28 03 2008

Mais do as melhores músicas de sempre, estas são, segundo o site The Screening Room, aquelas harmonias ou acordes que fazem levantar os pêlos da nuca dos espectadores.

1. O filme: «Easy Rider – Sem Destino» (1969), de Dennis Hopper
A música: «Born To Be Wild», dos Steppenwolf
A cena: A cena de abertura

2. O filme: «Reservoir Dogs – Cães Danados» (1992), de Quentin Tarantino
A música: «Stuck In The Middle With You», dos Stealers Wheel
A cena: Mr. Blonde corta a orelha de um polícia

3. O filme: «Goodfellas – Tudo Bons Rapazes» (1990), de Martin Scorsese
A música: «Layla», de Eric Clapton
A cena: Sequência de assassinatos

4. O filme: «Apocalypse Now» (1979), de Francis Ford Coppola (1979)
A música: «The End», dos The Doors
A cena: O capitão Willard espera pela sua missão num quarto de hotel no Saigão

5. O filme: «Muriel’s Wedding – O Casamento de Muriel» (1995), de P.J. Hogan
A música: «Waterloo», dos ABBA
A cena: Muriel e Rhonda vencem um concurso de talentos

6. O filme: «Almost Famous – Quase Famosos» (2000), de Cameron Crowe
A música: «Tiny Dancer», de Elton John
A cena: No autocarro a banda canta «Tiny Dancer»

7. O filme: «Say Anything – Não Digas Nada» (1989), de Cameron Crowe
A música: «In Your Eyes», de Peter Gabriel
A cena: Lloyd faz uma serenata a Diane

8. O filme: «The Royal Tenenbaums – Os Tenenbaums: Uma Comédia Genial» (2001), de Wes Anderson
A música: «Needle In The Hay», de Elliot Smith
A cena: Richie Tenenbaum tenta suicidar-se

9. O filme: «Dr. Strangelove – Dr. Estranhoamor» (1964), de Stanley Kubrick
A música: «We’ll Meet Again», de Vera Lynn
A cena: O apocalipse nuclear

10. O filme: «Trainspotting» (1996), de Danny Boyle
A música: «Lust For Life», de Iggy Pop
A cena: Monólogo «Choose life. Choose a career»





Portishead ao vivo no coliseu: Brutal, Lindo, Inesquecível, Fantástico, Espectacular.

28 03 2008

«Brutal». «Lindo». «Inesquecível». «Fantástico». «Espectacular». Qualquer uma destas palavras serve para descrever o concerto dos Portishead que decorreu quinta-feira à noite no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, mas é preciso acrescentar que «soube a pouco».As expectativas em relação ao concerto da banda de Bristol em Lisboa eram muito elevadas, principalmente para aqueles que há dez anos viram a banda a actuar no festival Sudoeste, e não saíram defraudadas.

Passavam dez minutos da hora marcada para o início do espectáculo (22h) e já o público que esgotou o Coliseu começava a ficar impaciente. Assobios, palmas e gritos exigiam a presença da banda em palco, dez anos depois do primeiro concerto no nosso país.

As luzes apagaram-se e a magia começou. Os membros dos Portishead foram aparecendo sob uma chuva de fortes aplausos e com o público em êxtase.

Novo trabalho para começar

A noite abriu com dois temas do novo álbum, «Third» que chega às lojas dia 28 de Abril, «Wicca» e «Hunter», que arrancaram ao público presente mais aplausos e assobios de satisfação.

Mas o alinhamento do concerto não se fez apenas com músicas do novo trabalho dos Portishead. «Glory Box», «Numb», «Sour Times» e «Roads» foram alguns dos temas escolhidos para recordar o primeiro trabalho do grupo, «Dummy», e que foram cantadas em coro por todos os presentes.

Já do segundo álbum, os Portishead trouxeram ao concerto do Coliseu «Cowboys e «Only You».

Os temas novos não foram entoados pelo público, mas nem por isso deixaram de merecer as palmas dos presentes, dando a antever que o novo disco dos Portishead vai ser um sucesso, pelo menos entre os seus fãs.

Um «obrigada» bastou

Os Portishead não são uma banda de grandes conversas. Não houve as frases típicas como «gostamos muito de vocês» ou «vocês são o melhor público do mundo», apenas um «obrigada» quase no final do concerto.

Quase no final porque ainda houve tempo para o esperado encore. «Surprise», disse Beth Gibbons quando reentrou em palco. «Threads» e «Peaches», de «Third», e «Roads, de «Dummy», foram as músicas escolhidas pelo grupo para dizer adeus a Lisboa. Ainda antes de deixar o palco do Coliseu, Beth Gibbons desceu até perto do público, onde aproveitou para interagir com os fãs que estavam nas primeiras filas.

A música acabou. A banda retirou-se do palco. O público ainda pediu mais, mas as luzes do Coliseu acenderam-se e o espectáculo terminou, deixando na cabeça de muitos a letra de uma música de Sérgio Godinho, «hoje soube-me a pouco», porque uma hora e meia não chegaram para quem esperou dez anos por um novo espectáculo.

Agora é só esperar que os Portishead regressem a Portugal, e guardar na memória mais um excelente concerto, nem que tenhamos de o fazer durante mais uma década. A espera vale a pena.





Mariah Carey faz história

28 03 2008

Mariah Carey poderá liderar o top norte-americano na próxima semana, segundo uma sondagem publicada esta quinta-feira. Se a nova música da cantora chegar a número um, será o 18º single da cantora a encabeçar o top. Mariah poderá chegar assim ao segundo lugar no ranking de artistas com mais singles em número um.

A música «Touch My Body», do novo álbum de Mariah Carey, «E=MC2», está esta semana em 15º lugar no Billboard Hot 100 singles chart. O single está agora disponível para download, o que, segundo a sondagem, deve levar a música ao primeiro lugar.

Os Beatles contam com 20 músicas em número um, sendo o grupo com mais singles no lugar cimeiro do top norte-americano. Se Mariah Carey chegar ao 1º lugar, ficará empatada com Elvis Presley, que também teve 18 músicas em número um no top dos Estados Unidos da América.

Actualmente, é Leona Lewis que lidera o top, que foi a terceira artista britânica a chegar a número um nos Estados Unidos com o single de estreia, «Bleeding Love». Na história dos músicos britânicos, apenas Petula Clark, em 1965, e Sheena Easton, em 1981, tinham conseguido essa proeza.