Já alguma vez vos passou pela cabeça que fumar traz complicações para a saúde? E mesmo assim continuam a fumar? Porquê? Já pensaram no dinheiro que podiam poupar? E na saúde que teriam se parassem já de fumar? Pensem muito bem nisto.
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Já alguma vez vos passou pela cabeça que fumar traz complicações para a saúde? E mesmo assim continuam a fumar? Porquê? Já pensaram no dinheiro que podiam poupar? E na saúde que teriam se parassem já de fumar? Pensem muito bem nisto.
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Alguém já viu um Canguru a dar socos. Pois aqui têm um momento algo hilariante de um canguru a andar à pancada num talk show.

O eMule é um partilhador de arquivos que trabalha com redes P2P,. Contém um grande número de usuários, característica que o transformou em campeão de downloads e conquistador de fãs pelo mundo todo. Possui um sistema muito eficaz para buscar uma variedade diversificada de conteúdos e, por isso, é considerado um dos melhores compartilhadores de arquivos.

Querem música grátis? Mais uma versão gratuita deste sucessor do saudoso Napster que, para muitos, é quase um item indispensável no PC. O LimeWire tem um visual bem simpático e é fácil de usar. Realiza buscas e partilha diferentes tipos de arquivos como músicas, vídeos, jogos, softwares, documentos, etc.

Lembram-se do Btuga? Agora há um novo e bastante bom – o BTnext. Tenho-o usado com bastante frequência. É necessário fazer um registo no site, fazer o download de um programa, dos torrents e depois é só usar e abusar do sistema;)!
O BT Next nasce devido à enorme procura de um serviço de transferências de ficheiros de qualidade nacional.
Não é um “BTuga 2″ nem os membros criadores são os mesmos. A semelhança na funcionalidade e uso dos mesmos scripts que o BTuga apenas procura transmitir uma sensação de “casa” do P2P português. O BT Next utiliza o programa BTuga Revolution. Mais informações e registo: BTnext

O Country Star (Brasil) é um programa parecido com a Operação Triunfo em Portugal, mas em versão feminina. Depois de oito semanas entre selecção, eliminatórias e semifinais, Nathália Siqueira ganhou a disputa, feita com votos dos telespectadores via telefone ou SMS, e tornou-se uma artista contratada pela Universal Music.
Para ler a letra da música carregue em baixo
Bem, como está muito frio, gostaria de apelar às férias. Todos os anos costumo acampar na Nazaré. Esta vila/cidade é detentora de uma cultura muito forte, de uma praia de “encher o olho”, de uma vista fantástica e de um peixinho fresquinho excelente.
De origem relativamente recente, a Nazaré “nasceu” do recuo do mar e do assoreamento progressivo da praia durante o século XVII, começando a ser conhecida e frequentada como praia de banhos apenas em meados do século XIX.
A população nazarena tem as suas raízes muito ligadas a outros marítimos como os Ílhavos e outros povos da Ria de Aveiro, que trouxeram com eles para a Nazaré não só novas artes de pesca, mas também o modo de vestir e até de falar. Ao longo dos anos essas novas maneiras foram aqui evoluindo, transformando-se e adaptando-se às necessidades da vida.
É normal ver as nazarenas (mulheres da Nazaré) vestidas com 7 saias. Isto tem a sua lógica.
As sete saias fazem parte da tradição, do mito e das lendas desta terra tão intimamente ligada ao mar. Diz o povo que representam as sete virtudes; os sete dias da semana; as sete cores do arco-íris; as sete ondas do mar, entre outras atribuições bíblicas, míticas e mágicas que envolvem o número sete.

A sua origem não é de simples explicação e a opinião dos estudiosos e conhecedores da matéria sobre o uso de sete saias não é coincidente nem conclusiva. No entanto, num ponto todos parecem estar de acordo: as várias saias (sete ou não) da mulher da Nazaré estão sempre relacionadas com a vida do mar. As nazarenas tinham o hábito de esperar os maridos e filhos, da volta da pesca, na praia, sentadas no areal, passando aí muitas horas de vigília. Usavam as várias saias para se cobrirem, as de cima para protegerem a cabeça e ombros do frio e da maresia e as restantes a taparem as pernas, estando desse modo sempre “compostas”.
A introdução do uso das sete saias foi feito, segundo uns, pelo Rancho Folclórico Tá-mar nos anos 30/40, segundo outros pelo comércio local no anos 50/60 e ainda de acordo com outras opiniões as mulheres usariam sete saias para as ajudar a contar as ondas do mar (isto porque “ o barco só encalhava quando viesse raso, ora as mulheres sabiam que de sete em sete ondas alterosas o mar acalmava; para não se enganarem nas contas elas desfiavam as saias e quando chegavam à última, vinha o raso e o barco encalhava”). 
O uso de várias saias pelas mulheres da Nazaré também está ligada a razões estéticas e de beleza e harmonia das linhas femininas – cintura fina e ancas arredondadas, (esta poderá ser também uma reminiscência do traje feminino de setecentos que as damas da corte usavam – anquinhas e mangas de renda – e que pavoneavam aquando das visitas ao Santuário da Senhora da Nazaré), podendo as mulheres usarem 7, 8, 9 ou mais saias de acordo com a sua própria silhueta. Certo é que a mulher foi adoptando o uso das sete saias nos dias de festa e a tradição começou e continua até ao presente. No entanto, no traje de trabalho são usadas, normalmente, um menor número de saias (3 a 5).

Para aqules que são mais malandros, aqui têm um vídeo molhado e com… Débora Secco.
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